terça-feira, 4 de agosto de 2009

De volta às plantas

Não é que as plantas têm-se revelado uma atividade terapêutica proveitosa? O problema é ter que compartilhar com outros seres, um tanto indesejáveis. Em verdade nada tenho contra formigas e cupins, nada tenho vírgula, desde que os referidos meliantes não se metam nas minhas cercanias. Pois foi exatamente assim que acabei arrumando dois grupos de ferrenhos desafetos.
As formigas, sacanas, atacam à luz da lua, minhas mudas recém adquiridas e destroem tudo de uma lapada só. Outro dia ganhei de amigos uma muda de Noni. Confesso que sei pouco sobre a espécie, nada além da lembrança de meus pais gastarem uma pequena fortuna na aquisição de garrafas de suco da fruta (se aquilo for fruta). Coisas da moda geriátrica, num dia é Noni, noutro confrei, foi assim com acerola, com barbatana de tubarão e outras tantas que a idade não me permite lembrar.
Já os cupins, não bastassem os ataques subterrâneos às raízes das pobres plantas, resolvem fazer caminhadas noturnas, invadem o gramado e dificultam a captura das comparsas formicídeas. É que os nojentos, quando ameaçados, parecem cães de guarda, disparam ferroadas para todo lado. Não aliviam nem as sandálias Havaianas.
E eu que reclamava da cantoria das pobres cigarras.

Um comentário:

  1. Tamo na area!!!!
    Só faltam 650 dias... passa rápido.
    Tá ficando legal,
    Abração.

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